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quinta-feira, 5 de junho de 2014

originais descompromissados: O Caos segundo Ele Mesmo (Parte 1)

Esse post está sob a tag de "Originais Descompromissados". Não é por acaso que o nome seja esse: é um texto/história original, que eu escrevi, e que não vejo como algo realmente grandioso... escrevi muito mais pelo fato de ter dado vontade e nada mais.


Apesar de ser um "original descompromissado", agradeço se você gastar um pouquinho do seu tempo com isso e, se possível, expressar sua opinião e suas críticas, que sejam positivas ou negativas. ;)




O CAOS SEGUNDO ELE MESMO


"As janelas o encaravam durante sua caminhada lenta e arrastada pela noite, como grandes olhos quadrados e amarelos. Por toda a extensão da sombria rua, as casas examinavam de forma indiferente, enquanto as janelas dos edifícios assemelhavam-se mais do que nunca a frias sentinelas, suspensas lá no alto, no vazio da escuridão."


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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

pobres retalhos (OD)

certa vez Whitman me disse que a peça continuaria
mesmo com as cidades repletas de tolos

eu retruquei que isso não me interessava mais.
afinal,
Kafka certa vez mostrara-me um homem que morreu
silenciosamente
e com fome
e esquecido.  
e antes dele, eu vi um jovem matando uma velha
apenas achando que era o certo,
enquanto outro também perecia
abaixo do mundo
e sem saber como lidar com a superfície

Walt admitiu que mesmo em salas de aula poderiam haver mortes
não discordei
mas disse que por enquanto poucas coisas queimam lá
pelo menos essa era a ideia,
claro.
mesmo assim, fora dela o pêndulo desce
e não há ratos
nem cordas.
porém, caímos na imensidão
e nos damos conta
que muitos caem junto
sem perceber

falhando em tudo,
caímos.
a peça continua
mas sem ser real
nem por fora
nem por dentro.
parece que há sucessona mesma esquina do fracasso.
e para o primeiro,
guarda-se apenas as aparências
enquanto para o segundo 
guarda-se a queda 
e a terrível possibilidade de 
ser

Walt suspirou e abaixou um pouco a cabeça
pareceu evitar o refletir
eu acabara de concordar e discordar

sorri amarelo e olhei para a estante
branca e empoeirada

Whitman me encarou 
e eu disse:
"eu contribuí com um verso". 

 
 
 
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Referências (ou não):

"O me! O life!" - Walt Whitman
"Um Artista da Fome" - Franz Kafka
"Crime e Castigo" - F. M. Dostoiévski
"Notas do Subsolo" - F. M. Dostoiévski
"Morte na Sala de Aula" - Walt Whitman
"Fahrenheit 451" - Ray Bradbury
"O Poço e o Pêndulo" - Edgar Allan Poe
"Tabacaria" - Fernando Pessoa
"Notebooks 1935-1951" - Albert Camus
 




 
 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

"Episódio" (parte 2 de x)

Esse post está sob a tag de "Originais Descompromissados". Não é por acaso que o nome seja esse: é um texto/história original, que eu escrevi, e que não vejo como algo realmente grandioso... escrevi muito mais pelo fato de ter dado vontade e nada mais.


Apesar de ser um "original descompromissado", agradeço se você gastar um pouquinho do seu tempo com isso e, se possível, expressar sua opinião e suas críticas, que sejam positiva ou negativas. ;)



"EPISÓDIO"







 

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

"Episódio" (parte 1 de x)

Esse post está sob a tag de "Originais Descompromissados". Não é por acaso que o nome seja esse: é um texto/história original, que eu escrevi, e que não vejo como algo realmente grandioso... escrevi muito mais pelo fato de ter dado vontade e nada mais.


Enfim, aí está "Episódio". 
Pretendo criar um conto inteiro e um pouco mais longo, mas já que meu processo de escrita é um tanto lento, eu decidi dividi-lo em pequenas partes e dividir com você, leitor. 


Como pode ver, essa é a primeira parte e, por enquanto,  não tenho noção de quantas vão ser necessárias para contar a história que pretendo contar (repare que o "x" é no sentido de uma variável indefinida e não do 10 romano).


Apesar de ser um "original descompromissado", agradeço se você gastar um pouquinho do seu tempo com isso e, se possível, expressar sua opinião e suas críticas, que sejam positiva ou negativas. Apenas relembro que é somente o início de um conto ;)

 
Por enquanto, é só uma página e meia e acho que as próximas partes não serão muito diferentes em tamanho. 


Não vou dizer nada sobre do que se trata a narrativa em si, simplesmente porque nem eu sei ainda exatamente e, mesmo que soubesse, não conseguiria explicar!


Bom, boa leitura e o link para o pdf está aí embaixo ;)









 

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Sonnet Of Indifference

Sonnet Of Indifference

He who should pass the Gate,
And breathe the cold air of Death
Until his lungs are full of shame, 
Is who never tried and never really cared

He who should feel the pain,
And watch every hope disappear
Until his feelings begin to fade,
Is who has a conscience always clean

He who should fall and scream
And suffer and bleed
Is who finds peace and tranquility

He brags and yells and always declares
That everything goes according to plan
And he will never see the Place of Fire and Ash



*A probabilidade de haver erros de Inglês são consideravelmente altas*